segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Finalmente, um adversário para Cavaco!
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
O País do Carnaval

terça-feira, 5 de outubro de 2010
U2 - Coimbra
“There isn’t a good weather in the economy of our countries, but that is not going to stop us from being who we are.”
Bono Vox, no Estádio Cidade de Coimbra - 3 de Outubro de 2010
Nota: a qualidade das fotos é pouca (ou nenhuma!) mas foi o que se arranjou!
Tão bom quanto difícil
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
domingo, 3 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Djobi, Djoba

Depois, creio que foi documentado o facto de, por vezes voluntariamente, estas comunidades arreigadamente nómadas viverem em condições da mais acabada insalubridade.
Por fim, diga-se que existem problemas no combate à criminalidade cometida por membros desta comunidade. Quem não conhece alguém que teve medo de impedir um adolescente Roma de roubar um haver pessoal ou um supermercado com medo da represália dos mais velhos?
Resumindo: a solução para evitar radicalismos como o do caso francês é a aceitação de regras democraticamente aceites pela maioria, sem pôr em causa o direito à diferença cultural. Dito de outra forma, temos que deixar de viver em nações flácidas ou timoratas e de atar as mãos dos nossos agentes de segurança pública, desde que estes ajam com conta, peso e medida.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
"Hardcore - 1.º escalão"
Acaba por ser bom ser cidadão de um País que nos fornece tantas pilhérias… O problema é quando as coisas têm menos piada, por, apesar de ainda caírem no ridículo, versarem motivos sérios.Começando pelo mais negro dos caricatos eventos do nosso Portugal, temos que tentar perceber uma ou outra lateralidade do “Processo Casa Pia”; deixemos de lado os anos que demorou o processo, quem devia ser acusado e não foi (a acreditar no que se vai ouvindo e lendo) e outras coisas já debatidas até à exaustão.
Assim, assisti interessado à defesa de Carlos Cruz em conferência de imprensa, logo após o conhecimento do acórdão que o condenou a pena de prisão. Sinceramente, não ouso beliscar a sua presumível inocência (coisa para durar anos, já que se não antevê para breve o trânsito em julgado da sentença) ou esquecer o seu passado de grande comunicador.
Todavia, por óbvia limitação própria não compreendo, designadamente, a parte da alocução
Um ingénuo espectador (como eu) responderia: por só haver indícios/prova contra o acusado… Mas parece que a culpa é dos moços…
Admitamos agora, por um instante, que Carlos Cruz foi a figura pública falsamente envolvida por outras razões que não a participação nos hediondos crimes pelos quais foi condenado. Convinha, então, que explicasse aos mortais em que teias negociais ou solidariedades ocultas se envolvera para que merecesse ser alvo de tão horrível conspiração…
Uso o exemplo de Carlos Cruz não por ser o mais mediático, mas sim dos mais faladores. Não por ter algum preconceito contra ele, mas sim para exemplificar coisas mal explicadas. Não por acreditar que os demais condenados são inocentes, mas por suspeitar de que não se apanharam todos os culpados.
Se os envolvidos tanto sabem sobre o quão curta ficou a acusação, por que razão só falam depois de saberem que foram condenados? Não seria de interesse público que acusassem quem sabem que também participou, logo no início? E se sabem ou suspeitam de que há mais gente envolvida, ainda que apenas insinuando (a suprema cobardia, diria eu), como podem alegar que nada tiveram a ver com o caso?
Enfim… Era para rir, se não fosse tão grave!... Como se usava no cinema e na canção dos GNR é um filme “Hardcore – 1.º escalão”.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Às vezes...
Serão assim tão eficazes as ditas agências de comunicação???
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
anúncios à portuguesa
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Toma lá um bacalhau!
E pronto... Como eu temia, lá perdemos com a Noruega...Agostinho Oliveira poderá ser o homem mais sóbrio do mundo, mas quem ouviu o comentário ao jogo deverá ter achado que o Dr. Oliveira estava com os copos!... É certo que tivémos domínio em termos de posse de bola e da troca da mesma em linhas recuadas, mas não é menos verdadeiro que apanhámos alguns sustos e que fomos, regra geral, inofensivos e monótonos no desenvolvimento das jogadas.
O mesmo Agostinho Oliveira pode até ser um bom adepto, mas jamais será treinador, razão pela qual diria que, há anos, "acampa" na Federação. Dispôs mal a equipa e mexeu tarde e timoratamente.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
O eterno n.º 2

Já poucos acreditam nas qualidades de treinador principal de Queiroz.
A realidade é que este profissional da bola, por onde passou, não deixou grandes saudades… excepto no Manchester! Pois bem, daí a teoria fica comprovada:
O facto de seres um n.º 2 de elevadíssimo nível, não quer dizer que um dia possas ser um n.º 1 competente e reconhecido por todos!!!
Cá para nós… isto em política também é assim…
A ver vamos que vai correr o "fim de linha" para alguns autarcas...
NOTA: exclui-se desta análise (pouco fundamentada) o "case study" Mister José Mourinho...
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Eyes wide shut
domingo, 5 de setembro de 2010
Porque a ignorância ainda não paga imposto...
Alguém diga à Sô Dona Maria José Oliveira (autora do artigo/entrevista) que use menos a Wikipédia como fonte de sabedoria e que estude um nadinha que seja, pois esse esforço aparentemente impensável para a senhora dir-lhe-ia que o Embaixador Franco Nogueira (homem de quem se diz nem ter sido um "salazarista", apesar de ter servido o Estado Novo) escreveu uma biografia com o mesmo título, em seis volumes publicados pela Atlântida Editora (Coimbra), entre 1977 e 1985.
E nem é preciso ter uma edição em casa, como eu... Bastava ver o catálogo da Biblioteca Nacional, na Internet...
O novo livro deve ser bestial, a pseudo-jornalista será uma...
sábado, 4 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
O Processo

Se por um lado esse interesse se traduziu em coragem - a dos órgãos de comunicação social que denunciaram o caso -, por outro, esse mérito foi ligeiramente ‘apagado’ pela sede dos que preteriram noticiar os factos a explorar, sem dó nem piedade, os aspectos puramente emocionais, causando profunda comoção na opinião pública.
Ora, se é certo que a denúncia pública é o papel essencial da comunicação social, certo é também que a ela não deve estar associada uma atitude sensacionalista, que adultere o bom serviço público até aí prestado. Porém, o processo Casa Pia não escapou a isso. Nunca antes a justiça portuguesa se vira transformada num reality-show, metáfora que alguns oportunamente usaram. Nunca antes se vira tantas conferências de imprensa improvisadas à porta dos tribunais. Nunca antes se assistira a tanta crítica ao modus operandi dos nossos tribunais, pondo em causa actuações e decisões.
“Quais são os melhores espectáculos contemporâneos, desportivos à parte?” questionou o jornalista francês Alain Minc. O próprio encontrou a infeliz resposta: “As grandes comoções colectivas? Não foram nem o genocídio ruandês, nem a guerra na Bósnia, nem a criação do euro. Mas sim o fantasma pedófilo, que percorreu de um extremo ao outro o continente”.
Mas é precisamente na base do desentendimento entre um poder constitucionalmente consagrado – o poder judicial – e um poder atípico, o chamado “quarto poder”, que se encontra a maior virtude deste processo. É que as opostas lógicas de funcionamento e os diferentes universos de regras, princípios e interesses ofereceram, e oferecem, matéria-prima bastante para que a justiça portuguesa repensasse questões como o segredo de justiça, prisão preventiva, as escutas telefónicas, a competência e a habilidade dos defensores, entre muitas outras problemáticas, abrindo caminho a reformas legislativas.
Quanto à comunicação social, estou em crer que, no exercício da sua actividade, tem agora uma percepção mais nítida e rigorosa da fronteira entre a liberdade de imprensa e o, não menos fundamental, interesse punitivo do Estado e da eficácia da investigação criminal.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Assim andamos
O País arde e o que me espanta é que todos os anos ainda haja mais qualquer coisa para queimar. Nisto, todos os verões se prometem cadastros e limpezas coercivas de matas e quem se mata é a natureza… Acresce que adoro (sublinhe-se a ironia que a tinta não traduz) quando os responsáveis políticos dizem que “não foi o ano pior” e ainda mais quando o dito “ano pior” cai no consulado de outro partido… Soluções reais é que “tá quieto!”…
No meio de tanto ruído, endurecer as penas e acabar, em geral, com uma legislação penal e processual penal com complexos de esquerda e brandura digna de um retiro budista também parecem tarefas para alguém que ainda não nasceu.
Por outro lado e deixando de parte outras tragédias, a imagem que os portugueses que estão longe vão colhendo é a de um País que, a mais de arder, ocupa tempo incomensurável com um guarda-redes. Sim, mesmo a RTPi e a SIC-Internacional têm cumprido o serviço público (ria-se, pois é melhor do que chorar) de informar a diáspora sobre os “frangos” de Roberto e as alegadas intenções do Benfica de o despachar. O que ainda ninguém explicou à rapaziada é como se pagaram oito milhões de euros por um guarda-redes que não é da elite mundial ou sequer europeia… Depois e por muito que ache que o rapaz não há-de ser tão mau como o pintam, não querem que se pense que há coisas e fortunas estranhas no futebol…
Por fim, recupero um tema que me arrepia desde o início da silly season, pelo muito que tem de silly ou tolice: a polémica em torno da Constituição e da sua revisão. Sou amigo do Professor Calvão da Silva, com quem muito aprendi, mas parece-me que dizer que a proposta de revisão é aberta, depois do também meu amigo e líder parlamentar Miguel Macedo ter dado sinais do contrário, parece-me que só vem complicar os dados de uma equação que já me parecia inoportuna por oferecer ao PS, em momento de crise, a oportunidade de fazer a figura de defensor do serviço público.
Dir-me-ão os autores da proposta que o que escreveram e disseram foi distorcido. Até pode ser, mas há quantos anos andam na política? Um auto-golo não é golo do adversário?!
A meu ver mais valia preocuparem-se com estado de indigência cultural do país (o orçamento da Cultura, que já é ridículo, parece que não escapará às cativações das Finanças!...) ou com o pagode que rodeia os criminosos que não vêem incentivo legal para mudarem de vida… De todo o modo, como tenho dito, havia tiros mais certeiros para disparar nesta altura, estou certo.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
I'm Lovin' It
Nos seus primórdios, a MacDonald’s posicionou-se no mercado como uma empresa que disponibilizada “refeições rápidas e acessíveis”. O seu negócio era assim definido e essa era a mensagem que transmitia ao mercado.Não há pachorra
Não há forma e/ou vontade de dar a volta a um cancro que assola o centro das cidades portuguesas. Refiro-me aos malditos “arrumadores de carros”.
Como se já não bastasse, por vezes, ter de engolir sapos e dar moedas a esta cambada de parasitas da sociedade (sob pena de me riscarem o carro outra vez!), ainda tenho de ouvir os desabafos dos Srs.
Hoje, em Coimbra, após estacionar e dar os 0,50€ ao "Sr. Arrumador" devidamente credenciado, estaciona de seguida outro carro cujo condutor não deu nada, justificando (ainda temos de justificar!) que não trazia moedas consigo.
Ora, imagine-se o desplante do "Sr. Arrumador", ao virar-se para mim e dizer que aquela era a “desculpa de mau pagador”!
Ou seja, parece que os tipos já são donos dos estacionamentos e que a malta que não dá a moeda, fica a dever...
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
domingo, 29 de agosto de 2010
Muito estrangeiro em Aveiro
A primeira coisa que vem à cabeça, além do desejo de vitória, é o facto da Briosa estar com apenas 4 ou 5 portugueses em campo contra os 8 com que chegou a alinhar na última época!
Nem me venham falar dos outros! A Académica não é "os outros"! Espero eu...
sábado, 28 de agosto de 2010
Uma queda valente
Aí chegado, não hesite: o Victoria Falls Hotel, construído em 1905 no melhor estilo eduardiano, é o seu destino. Serviço clássico, salões majestosos ornamentados com troféus de caça, bem ao estilo colonial, um High Tea que continua a mostrar as melhorias cerimoniais que os britânicos introduziram no costume de beber chá exportado pela nossa D. Catarina de Bragança (uma delícia e um banquete, asseguro-vos) e uma ocasião de jantar ao som de piano e com talhares de prata no L.ivingstone Room. Enfim, vive-se história, como viveram Agatha Christie e Peter Sellers por lá.
Para os que, por esta altura, já estão a chamar-me burguês ou abastado, aconselho prudência, pois a festa sai bem mais barata que um fim-de-semana no Algarve (à excepção dos parques de campismo e similares, bem entendido).
A fazer: a mais de gozar luxuriantes vistas das cataratas e da centenária ponte que liga os dois países, a partir dos terraços de pequeno-almoço e do chá das cinco, as actividades são mais que muitas e vão das mais radicais(bungee jumping – salto da ponte com elástico amarrado aos pés – e rafting – canoagem a alta velocidade) às que lembram mais o National Geographic.
O vosso cronista foi pelas últimas e pode sugerir um passeio de helicóptero sobre as Falls,
...uma caminhada com leões (assim mesmo, à solta)
...e um safari às costas de um elefante.
Um dia em Livingstone (Zâmbia) também não é mal passado, sobretudo se gostar de arquitectura do início do século XX, visto tratar-se uma “cidade” que, entre 1907 e 1935, foi capital da North-Western Rhodesia (Rodésia do Norte). O museu com haveres do explorador também vale a visita.A segurança é garantida, o artesanato acessível e a comida boa. Atreva-se!
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Carta a Marta
Antes de mais, não imaginas a alegria de te ver de volta.
Depois, não tens ideia da preocupação que o teu texto causa e aproveito (em nome de todos, creio) para desejar que o teu pai se ponha em forma, rapidamente.
Para pormos as coisas en su sitio, no ano passado, também eu tive um problema de saúde que pediu uma semana de hospital e devo dizer que a minha experiência nos Hospitais da Universidade de Coimbra terá sido oposta à que viveu a tua família. O atendimento, os exames e o permanente cuidado de uma equipa liderada pelo Prof. Pedro Monteiro e assistida pelo Dr. Rui Martins, entre muitos outros médicos, enfermeiros e auxiliares dedicados, pôs-me, para desgosto de alguns (poucos, felizmente), em forma para os próximos anos...
Ou seja, a mais de sorte, há que introduzir mecanismos que premeiem e avaliem a qualidade dos desempenhos, mas sem quotas estúpidas, sem compadrios e assédios imbecis e sem a mediocridade bem portuguesa que leva os de cima a temer a sombra de baixo (passo o paradoxo).
Acredita porém que a solução não é a privatização pura ou, simplesmente, o "quem pode paga". Claro que têm que ser revistos os custos! Eu podia ter pago dez vezes mais aquilo que o Serviço Nacional de Saúde me cobrou! E, para evitar justificar da maneira tradicional os "milhares de assessores" do Ministérios das Finanças, podia até ser simples: três escalões de preços, que os hospitais afeririam por mero acesso a um portal daquele Ministério, onde um filtro impediria o funcionário hospitalar de ver mais do que necessitaria.
Quanto às ideias do PSD... Seriam óptimas (não adiro ao acordo ortográfico e pronto!!!) se não se traduzissem num desinvestimento na Saúde e antes resultassem numa canalização do mesmo bolo para melhorias; isto é, acresceria ao Orçamento do Estado os montantes que os menos carenciados pagassem. Porém, sendo Portugal e tendo a (falta de) classe política que temos, não acredito, antes temendo que se verificasse o mesmo que se passou com as propinas, que passaram a maquilhar o desinvestimento no ensino superior.
Como exemplo, dou-te a África do Sul, onde o sistema público era óptimo, mas onde uma mera mudança de gestão levou a que as pessoas tenham medo de acabar num hospital público e onde quem pode paga colossais seguros de saúde, que mais não seja, para pôr um autocolante no vidro do carro, para os socorristas saberem, em caso de sinistro, que pode ir para uma clínica privada...
Aceita um abraço do teu amigo
Coitado de quem cai numa cama de hospital...
Capitulo I - Os cirurgiões e a equipa da medicina não estavam de acordo sobre o diagnóstico e o meu pai é sujeito a uma cirurgia de exploração, da qual resultou uma colcistite aguda e apendicite. A equipa da medicina tinha razão.
Capítulo II - No dia em que recebe a alta, a sutura começa a infectar. 2 dias depois o meu pai vai ao hospital fazer o penso e a sutura continua infectada, apesar do gelo e do antibiótico. Feito o penso, é mandado para casa pálido e febril. Na viagem volta a sentir-se mal, no dia seguinte melhora, dois dias depois volta ao hospital para fazer novo penso. A minha mãe reclama que ele tem febre, que lhe parece muito cansado e depois de muito insistir acedem a fazer-lhe exames e
Capítulo III - No dia seguinte vai para Vila Nova de Gaia fazer cateterisma, corrigem duas artérias obstruídas a 100% e fica uma obstruída em 99% para fazer noutro dia. Nesse dia não lhe fizeram o penso, no dia seguinte já exausta de tanto reclamar e desesperada com a febre e o mau aspecto da cicatriz, a minha mãe volta a pedir que seja examinada a sutura. Depois de muito reclamar fizeram-lhe a vontade e enviam o meu pai para a ecografia. A técnica diz que existe uma mancha estranha e pede tomografia para clarificar. O cirurgião discorda e diz que a técnica está errada e não existe nada e que vai ter alta no dia seguinte.
Considerações finais - durante estas semanas no hospital assisti a incompetência, negligência, arrogância e falta de consideração por um doente, quer da parte médica, quer da parte de enfermagem, até das funcionárias da limpeza e da segurança. Sei de facto que o meu pai teve azar, mas alguma sorte no meio deste azar. Sei de facto que a minha mãe lhe salvou a vida porque era a única pessoa que se importava com ele, porque é da área e os conhecimentos que tem lhe permitiram ver mais que um cirurgião e uma equipa inteira de cirurgia.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Liga Orangina

É só de mim ou o nome com que baptizaram a Liga de Honra para a época 2010/2011 é um tanto ou quanto sensaborão?... Liga Vitalis já não impunha muito respeito, mas... Orangina?! Tanta marca de bebidas no mercado com um nome mais viril - Sumol, Lipton, Frutis, Compal, Bongo, Frisumo, sei lá... até Bussaco servia! - e foram logo perder-se pela laranjada.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Os diamantes nem sempre são os melhores amigos...

A ex-modelo está a testemunhar no Tribunal Especial de Haia para a Serra Leoa, onde acabou por reconhecer - depois de antes o ter desmentido - que recebeu diamantes brutos de Charles Taylor, ex-presidente da Libéria. A denúncia foi feita pela actriz Mia Farrow, que estaria no mesmo evento em que Campell foi presenteada e teve conhecimento do facto. Campbell alega, contudo, que doou as pedras ao Fundo Nelson Mandela. A Instituição veio negar, mas um seu director acabou por reconhecer que teve em sua posse três diamantes e que já os entregou às autoridades.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Assustador
Em mil anos de existência, a nação russa não se recorda de alguma vez ter passado por Inferno igual. A desmesurada onda de calor já resultou em 26 mil fogos que destruiram uma área florestal equivalente ao dobro do território português. Os 160 mil bombeiros vêm deflagrar mais fogos do que aqueles que conseguem apagar. Mas o problema não se fica por aí. O fumo alastrou até à zona urbana e um smog cobriu as cidades, com níveis alarmantes de dióxido de carbono. Moscovo é uma nuvem de cinza e de cinza se cobrem as coloridas cúpulas das catedrais, como se vê na imagem acima. domingo, 8 de agosto de 2010
Mudar de palco
Wyclef Jean (ex-Fugees), desconhecido para alguns, ícone do hip-hop para muitos, é candidato à presidência do Haiti, que vai a eleições a 28 de Novembro próximo. O país que desmoronou recentemente e que viu então agravada a sua situação económico-social, bem precisa de um novo rumo. Mas estávamos longe de nos lembrar de um músico para desempenhar tão penosa tarefa. Há quem diga que Wyclef Jean impulsionou várias iniciativas para angariar fundos no pós-catástrofe e isso acabou por empurrá-lo até uma candidatura. Todavia, vozes contrárias também se fazem ouvir. O actor Sean Penn, por exemplo, veio acusar o cantor de oportunismo, alegando que aquele não participou nos esforços feitos para ajudar as vítimas do terramoto e, mais grave, acusou-o de ter desviado donativos na ordem dos 300 mil euros. A questão não é de agora, já que em tempos a organização a que presidia foi acusada de corrupção e o cantor acabou por reconhecer que houve «erros», embora afirme que deles não beneficiou. A isto acresce uma duvidosa situação fiscal de Wyclef junto das autoridades haitianas. Outros relembram que o cantor, embora nascido no Haiti, não vive ali há 30 anos e tampouco fala o idioma local.
Certo é que a candidatura da celebridade ainda vai dar muito que falar. E, mais certo ainda, é que para erguer um país da miséria e mudar-lhe esse rótulo de há muito, não basta música para os ouvidos. A ver vamos no que dá a partitura. Isto é, a candidatura.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Estes país não é para gente séria
E por falar em playstations, parece que não são só os futebolistas que as exigem..! Por estes dias o Estabelecimento Prisional de Sintra vive uma greve de fome, mercê da não satisfação, por parte do estabelecimento, de necessidades «básicas» dos reclusos. É que estes, não contentes por poderem gozar já da utilização de meios de entretenimento como o são as playstations (duas por cada cela de 3!!), agoram exigem o modelo e tudo. É isso que acabam de ler, a PS2, a par de melhorias nas refeições, é o móbil desta greve. Definitivamente, este país não é para gente séria. Nem lúcida. quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Ressaca
Passados alguns dias sobre o fim do Mundial de 2010, vive-se na África do Sul um misto de orgulho pelo inequívoco sucesso da organização e de ressaca pela falta da euforia, da festa e da ocupação vespertina e nocturna.Voltemos, no entanto, atrás e vejamos alguns factos curiosos que foi possível apurar a partir da comunicação social sul-africana (com destaque para o Sunday Times): em primeiro lugar, foram vários os caprichos dos argentinos, a começar pelo facto de os dois quartos de banho reservados para Maradona terem sido completamente remodelados, com particular destaque para a instalação de uma sanita de último grito, com jacto de três modos de aspersão incluído. Dir-se-ia que os pés de ouro e a “mão de Deus” (a tal do golo marcado à Inglaterra) se encontraram a meio caminho, dourando o terminus da espinha de “El Pibe”.
Ainda no que à rapaziada das pampas diz respeito, o Centro de Alta Performance de Pretoria teve que mandar pintar os quartos de branco e encomendar seis PlayStations, provavelmente para os craques fazerem o que não saía bem em campo; acredito mesmo que tenham conseguido vencer a Alemanha na consola da Sony.
Fazendo jus à fama de bons garfos, os argentinos não esqueceram a mesa, pelo que houve que providenciar: dez pratos quentes por dia, catorze saladas por refeição, três molhos para massa e três pudins igualmente por reunião gastronómica, um churrasco a cada três dias e gelado disponível vinte e quatro horas.
E enquanto uns cuidavam do corpo, os outros, por sinal rivais, cuidavam da alma: os mexicanos trouxeram o seu próprio padre! Pelos vistos, depois do jogo com os argentinos terá sido útil para a extrema-unção…
E ainda pelas Américas, os nossos irmãos brasileiros quedaram-se pelo café quente e biscoitos e pelo embargo ao chocolate no hotel. Quente era também a piscina, que tinha que estar a 32º e ser coberta.
Com estatuto de campeã, a Itália trouxe equipamento de ginásio e massas transalpinas e pediu fibra óptica para ver os canais do “país da bota”.
Também viradas para o desporto as selecções da Nova Zelândia e da Eslováquia pediram, respectivamente, lições de golfe e duas mesas de ping-pong e um quadro electrónico de dardos.
Voltando à mesa, os rapazes do Leste europeu trouxeram farinha para bolinhos com sabor caseiro, ao passo que os norte-coreanos se ficaram pelo arroz coreano, em todos os momentos de nutrição.
Sobre os portugueses é o que se sabe… Pouco futebol e muito vedetismo na bagagem…
Creio, porém, que são devidos cumprimentos à África do Sul por um Mundial que correu bem e em que as fronteiras do país registaram um milhão de entradas e os seus estádios três milhões e duzentas mil assistências, número só batido pelo campeonato mundial norte-americano.
A economia sentiu, por sua vez, a massagem de doze mil milhões de rands e a TV nacional teve a maior audiência de sempre para um evento desportivo: sete milhões e setecentos mil espectadores no jogo que opôs os locais aos mexicanos.
A incógnita é sobre os dias seguintes. Permanecerão os avanços na segurança? Continuarão a nascer infra-estruturas? Veremos…






A explicação do título...
















