segunda-feira, 17 de novembro de 2008

O fim da História

Se há coisa de que sempre me gabei foi de ser da cidade onde se fala português de primeira água. Todavia, já desde os meus tempos iniciais na política que perguntava (em conjunto com o Nuno Freitas) por que é que, já que decidira ser uma cidade de serviços, Coimbra não se apostava na excelência dos mesmo, quase como um ex-líbris transversal.
Pois bem, o meu receio ancestral chegou ao zénite quando, numa loja da cidade, perguntaram a quem me ladeava: "Alves leva acento onde"?...

4 comentários:

Luis Melo disse...

lololol... essa está muito boa!... ou està muito boa?... hum... pegaram-me a doença... :)

Gonçalo Capitão disse...

Eh Eh Eh

Dulce Alves disse...

Aqui a visada da história vem, contudo, defender o jovem empregado, o qual, mesmo chumbado a português, passa com distinção na simpatia, coisa rara (rarissímaaaa!) no atendimento de hoje... !!
Caso para dizer que mais vale um empregado simpático (ainda que burro...) que um chico esperto daqueles com que me cruzo diariamente!

Gonçalo Capitão disse...

Ui...
Vais levar pancada!!! Grunf!
:))))