terça-feira, 27 de março de 2007

Então é assim, Dulce

Dulce:

Em resposta ao teu repto, eis que começo a explicar pelo lado cómico (desdramatizemos...), mas nem por isso menos verdadeiro. A extrema-esquerda, com as palhaçadas que organiza, explica muito do ressurgimento dos compinchas de sinal contrário.

Fotografia conservadoramente furtada ao Paulo Pinto Mascarenhas, no 31 da Armada, onde, by the way, detenho uma modestíssima mas honrosa colaboração.

1 comentário:

Dulce Alves disse...

esta justificação pelo lado menos sério da coisa é bastante plausível, Captain! ;)

a Sra. Dona Odete e os seus súbditos se calhar têm mais a ver com este primeiríssimo lugar que o que pensam... ...

há quem diga que o motivo deste fecho do "Grandes Portugueses" se deveu ao espicaçar dos que conduzem o programa para que os portugueses se dividissem entre dois personagens ideologicamente opostos.
Dois homens que despertaram (e despertam mesmo após a sua morte) ódios e paixões entre os lusitanos.

Uma espécie de estratégia para mediatizar ainda mais o programa e torná-lo polémico qb.

Se assim foi, não sei...
Mas a verdade é que não se fala noutra coisa senão nesta bipolaridade lusa, que elegeu simultaneamente a mesma pessoa como o Pior e o Melhor português de sempre....