domingo, 27 de fevereiro de 2005

Directas, (mas não) já

Sou convictamente favorável ao caminho para a democracia directa, facto que se porá, inelutavelmente, por via das novas tecnologias da comunicação. A internet, os telemóveis e a tv interactiva são já formas conhecidas de muitos cidadãos.
Daí que não defenda coisa contrária no PSD. Todavia, em altura de disputa interna, foi avisada a decisão do conselho nacional a decisão de fazer esse debate com tranquilidade.
Directo não é necessariamente instantâneo...

1 comentário:

NVC disse...

Concordo plenamente. Não consigo perceber qual a urgência de fazer agora a alteração dos estatutos quando já se fala da necessidade de se fazerem eleições directas, na eleição do lider nacional, já há alguns anos. A melhor solução será marcar um congresso extraordinário para revisão estatutária a seguir às eleições autarquicas, assim talvez possamos fazer uma verdadeira revisão com o tempo e a ponderação necessários em tão importante matéria para o futuro do PSD. É que a revisão não tem só a ver com as eleições directas para o lider.