
Pedro Santana Lopes começou o 32º congresso do PSD em grande. Inicialmente divagou pelo pouco tempo que esteve como presidente do PSD, a sua curta experiência como primeiro-ministro e as dúvidas que teve em 2005 relativamente à seriedade do candidato José Sócrates a primeiro-ministro.
Sobre o último, recordou ao congresso um outdoor da JSD, onde se perguntava ao país se conhecia José Sócrates.
No desenvolvimento do seu discurso foi fuzilando a prestação de José Sócrates como primeiro-ministro. Desde as últimas medidas governamentais mais polémicas até à última lamentação do Sócrates relativamente à limitação da liberdade de expressão dos órgãos de comunicação social. Assuntos que oportunamente ia interrompendo com comparações aos 4 meses do seu governo.
Relativamente à prestação do governo socialista e a José Sócrates, PSL perguntou ao congresso:
“é esta a boa moeda?”
E é assim que Aníbal Cavaco Silva entra no discurso de PSL. A meu ver, entra da pior forma para o primeiro, até porque a sala do congresso aplaudiu efusivamente a provocação de PSL.
Mas, ainda bem para Cavaco que PSL não é como Cavaco. Após o recado estar dado, PSL tentou demonstrar que Cavaco foi apenas mais um a ser enganado e que muito provavelmente hoje não escreveria aquele artigo tão polémico que ditou os últimos dias do seu governo.
“é esta a boa moeda?”
E é assim que Aníbal Cavaco Silva entra no discurso de PSL. A meu ver, entra da pior forma para o primeiro, até porque a sala do congresso aplaudiu efusivamente a provocação de PSL.
Mas, ainda bem para Cavaco que PSL não é como Cavaco. Após o recado estar dado, PSL tentou demonstrar que Cavaco foi apenas mais um a ser enganado e que muito provavelmente hoje não escreveria aquele artigo tão polémico que ditou os últimos dias do seu governo.
Afinal de contas, a próxima luta eleitoral é para Cavaco… e PSL demonstrou que não pretende pagar com a mesma moeda.