domingo, 13 de novembro de 2016
E se deixássemos de ser parolos?!
E se deixássemos de ser parolos?!
E se deixássemos de ser parolos?!
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Estimado Paulo Sérgio…
profissional.
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Fim de estação – os chumbos
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Estilo Emanuelino
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Alvar
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Glória em saldo
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Alemanha vs. Grécia [2nd round]
A Chanceller alemã começou por recusar-se a pôr os pés no Euro 2012 em solidariedade com a causa Timoshenko, tendo inclusive aconselhado os seus ministros a actuar no mesmo sentido. Porém, volvidos os primeiros jogos e agora que a Alemanha leva com a Grécia também no campo futebolístico, parece que Angela Merkel decidiu ir ao jogo dos quartos-de-final que decorre já amanhã. É certo que o jogo não vai ter lugar na Ucrânia, mas sim em Gdansk, Polónia. Porém, não deixa de ser curiosa que a única presença da chanceler alemã vai ser - até ver - no jogo que opõe aquelas duas nações que estão em posições bem diferentes no que respeita à crise europeia mas que podem inverter os papéis no que ao futebol diz respeito. A ver vamos quem é que sobrevive ao duelo.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Europeu de Futebol com sotaque do outro lado do Atlântico
segunda-feira, 11 de junho de 2012
É amor
quarta-feira, 30 de maio de 2012
A outra carta a Ricardo
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Carta a Ricardo
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Corda ao pescoço
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Ambição & ignorância
quarta-feira, 14 de março de 2012
Misérias nacionais
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Vou nas asas de um sonho
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Futebol sem homens
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Finalmente, acabaram as férias!
Tem o polémico título a ver com o reinício da temporada oficial de futebol e com o fim desse mês e meio de jogos a feijões e de transferências que nunca chegam a ser.
Com a bola a rolar e como mero adepto (condição que nunca abandonei, mas a que retorno em singelo e com alegria), a minha primeira palavra vai, evidentemente, para a Académica: parece-me que se reforçou bem, a começar no que toca à equipa técnica. Seguindo o exemplo de Domingos, André Villas-Boas (não escondo o orgulho em ter desequilibrado a seu favor, numa escolha que podia ter ido para outro lado) e Jorge Costa (embora com passagem efémera), Pedro Emanuel percebeu a “personalidade” da Briosa e deu-lhe um jogo vistoso. Poderemos ter, por isso, uma boa época, assim os conimbricenses estejam à altura da sua equipa. Tudo isto com um orçamento cada vez menor!... Quanto ao Jamor, o meu sonho prossegue…
Sporting: afinal, Bruno Carvalho, ao invés do que disseram, não era o único demagogo. Entendo que a Direcção actual, com a ânsia de ganhar as eleições, não teve a moderação e o pudor necessários, num ano em que mudaram dirigentes, técnicos e mais de meia equipa. A bagunça nas bancadas vem disto e não de qualquer incapacidade de Domingos Paciência.
Porto: ou me engano muito, ou a coisa não vai correr tão bem, esta época. Não só a equipa está um nada mais fraca, como me parece que Victor Pereira não tem, nem de perto nem de longe, o carisma de alguns dos seus antecessores. Relembro que a estrutura portista requer vozes fortes. Não digo que não ganhem quase tudo a nível nacional, mas não vejo Europa ao fundo do túnel.
Vitória de Guimarães: falo apenas das recentes agressões a atletas, para dizer que já o esperava. Sucessivas direcções do Vitória e legiões de comentadores sempre acharam muita piada ao alegado espírito bairrista e guerreiro das claques vitorianas (que não confundo com o Clube, sublinho), quando era evidente que se tratavam, pelo menos em larga fatia, de grupos de jovens selvagens e com tendências delinquentes que, só mencionando o caso das visitas a Coimbra, sempre acharam muita piada a partirem cadeiras e, nos autocarros, a mostrar as nádegas a mulheres e crianças, rua fora (no fundo, qualquer um gosta de exibir a sua fonte de sabedoria, dirão os mais mordazes…). Para o bem de um grande emblema do nosso futebol, a Direcção acordou, embora tarde e a más horas.
Árbitros: a nossa arbitragem é má, mas isso não deveria surpreender ninguém! Nunca mais se acaba com o secretismo e compadrio das avaliações e (des)promoções, privilegiando quem deixe jogar e quem não tenha dualidade de critérios. A arbitragem portuguesa é timorata, bastando um exemplo clássico: se virado para a sua linha de fundo um defesa se deixar cair ante a proximidade de um avançado contrário, não há árbitro que não marque falta, para não correr o risco de haver um golo discutido. Mas não se enganem os “engenheiros” do futebol, pois a profissionalização só trará poiso para os “amigos”, introduzindo ainda mais dinheiro na equação. Convençamo-nos: o problema é do povo e não de qualquer classe, seja ela a dos políticos ou a dos árbitros.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
As razões de Simões *
José Eduardo Simões recandidata-se à presidência da Associação Académica de Coimbra/O.A.F. e acho natural que o faça.
Desde logo, eticamente, nada o impediria, dado que a sua presunção de inocência se mantém intacta no processo de que foi alvo e em que, independentemente do resultado final e para o que aqui nos importa, é acusado de ter beneficiado a Académica.
Depois e também pelo que fica dito, é um homem de um academismo inquestionável e em nome do qual sacrifica a sua vida pessoal e profissional, sem que disso se vanglorie ou sem que, a esse respeito, se lhe oiça um queixume.
Em terceiro lugar, podemos sempre olhar a obra: a Academia e a recuperação (ao que leio) exemplar da “Sede dos Arcos” são infra-estruturas de que poucos clubes (a esta hora estará o meu Amigo Dr. Reis Torgal, se me der a honra de me ler, a sublinhar que a Académica não é um clube…) podem gabar-se. Muitos falaram sobre o assunto, mas JES concretizou os projectos.
Em quarto lugar, o processo de modernização da AAC/OAF passou por um longo e abrangente processo de revisão estatutária, no qual a direcção a que JES preside ouviu diversas sensibilidades e prolongou a discussão pelo tempo que os associados entenderam necessário.
Estrutural tem sido, de igual modo, a redução progressiva do passivo e a sobriedade salarial, que nos permite sermos dos poucos cumpridores atempados.
De seguida, os recursos humanos. Seria justo não esquecer que foi com Simões que Domingos veio para a Briosa, mas é, mais do que isso, obrigatório dizer que foi JES quem “atravessou” o pescoço por um “rapaz” chamado André Villas-Boas, que é “apenas” o campeão nacional e o titular da Taça de Portugal e da Liga Europa. Quando outros à sua volta queriam uma opção “pobrezinha”, José Eduardo Simões arriscou!
Acresce que – talvez não tanto na última época – houve alturas em que ninguém alinhava com mais portugueses no onze titular do que a nossa Briosa, sendo que alguns aproveitaram as oportunidades de estudar e de, assim, se completarem como cidadãos.
Por fim, uma década na divisão maior pode parecer coisa pouco excitante, mas bastaria recordar as dolorosas viagens a Chaves, a Campo Maior, a Moreira de Cónegos e outras paragens mais remotas para valorizar o que penámos nesses anos (eu estava por lá, sempre que podia). O mesmo tributo deveriam prestar os associados ao trabalho do futsal e ao orgulho de que nos tem enchido (um abraço ao “crente fervoroso” Carlos Clemente!).
Além de JES, nomes como Reis Torgal, Carlos Clemente, Fernando Oliveira, António Preto e José Barros, entre outros, são, em conclusão, garantia de manutenção de bom rumo.
As últimas palavras vão para o meu Amigo Maló de Abreu, que é um grande academista, bem como muitos dos associados prestigiados que o acompanham (estou certo que nenhum deles algum dia dirá que “a Académica é como outro clube qualquer” – recado dado): trata-se de uma candidatura meritória, apesar de razões ponderosas me levarem apoiar José Eduardo Simões.
* Este texto foi concebido para publicação, que não teve lugar.






