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segunda-feira, 26 de março de 2012

Fox News ou como ter fama (de mau jornalismo) sem proveito


Esta imagem que de há dias para cá circula pela internet deixou muitos quase em estado de choque e propiciou a muita troça. Razões paracem não faltar: Toolooz será Toulouse? E fica mesmo em França ou ali para os lados da Roménia, como parece indicar o mapa? Quanto ao sujeito que levou a cabo os homicídios no sul de França, era budista ou muçulmano? E o que dizer de Claude Gueant: é Presidente ou... Ministro do Interior?! E lamentou o sucedido junto da comunidade asiática ou judaica?!!!

Enfim, o  rigor da informação da Fox sempre deixou a desejar, mas isto é um claro exagero. Alguém se lembrou de parodiar com o canal televisivo e a brincadeira espalhou-se por todo o lado, fazendo muitos acreditar que a Fox News seria capaz de tais atrocidades. A explicação encontram-na aqui.

Mais uma vez, convém ter noção de que nem toda a informação que  veicula por estas paragens é credível e, portanto, não será má ideia escavar um bocadinho antes de tirarmos as nossas (muitas vezes precipitadas) conclusões. 

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Lost in translation


É no que dá não se ficarem pela tradução do livro e quererem traduzir o nome do autor. O escritor Mia Couto não merecia tamanha afronta, mas vai ter que se habituar ao seu nome em sérvio...  

sexta-feira, 8 de julho de 2011

O poder do dinheiro

Uns vão para deputado (Doc. Milk), outros tornam-se tubarões da indústria e do comércio... Veja por que é que o Lodo podia ser um blogue rico!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Aliviar para malhar

[clicar sobre a imagem para aumentar]

Está desvendado o segredo de Augusto Santos Silva para "malhar na direita", no Governo anterior. Nada como a leveza do ser...

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

O limite da estupidez

Ontem, os actores Jel e Vasco Duarte (os "Homens da Luta") decidiram perturbar um comício de José Sócrates, no Seixal.

Ora, se há adepto da utilização do humor na política, sou eu (as actas parlamentares atestam-no), mas, como em tudo, creio existirem limites.

No caso, de megafone em punho, os dois "engraçadinhos", abafaram o som dos discursos do PS e, assim, interromperam uma manifestação cívica e até corajosa (porque em ambiente mais vermelho do que rosa). Os políticos já estão suficientemente mal cotados para virem agora dois pseudo-cómicos abandalhar um momento em que um candidato se esforça por explicar aos eleitores o que quer fazer com os seus votos.

Escolho este incidente precisamente por não se ter verificado com o meu partido e assim vos transmitir a compreensão que tenho pelo desespero de alguns militantes do PS presentes. Façam os vídeos brejeiros que entenderem, mas conservem-se ao lado dos demais GB de lixo electrónico que se produz diariamente.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

O não admirável mundo novo

Com maior ou menor ar de frete, tenho procurado acompanhar a campanha eleitoral e os tempos que antecederam… Entre TGV, espanhóis, remodelações totais-que-afinal-são-parciais do Governo e luta de classes, tem sido mais do mesmo.

Todavia, sinais há de que o modo de fazer campanha mudou e de que os políticos, ao invés de inventarem modelos a seguir, preferem sujeitar-se à imagem de descrédito que as pessoas têm da classe política, procurando caminhos para serem os “menos detestados da turma”…

O primeiro desses exemplos vem do anunciado e continuado crescimento da votação no Bloco de Esquerda. Trata-se de um partido que tem no oportunismo o seu cimento programático: detecta-se o problema do momento, dá-se-lhe um banho ideológico de esquerda e toca de pôr em causa a seriedade de todos os demais partidos, sem alguma vez oferecer um modelo consistente de governação; aliás, nas fileiras do BE existe a certeza de que uma ida para o Governo poderá ser o fim do bluff, seja porque se vêem forçados ao aburguesamento (descontentando os revolucionários e os anarquistas), seja porque o seu radicalismo torna a sobrevivência de uma coligação insustentável (alertando os eleitores moderados para a inutilidade do voto no BE).

No fundo, o que está em causa é um voto de protesto, que se explica pelo facto de não vivermos tempos fáceis e de o Bloco dar forma política aos desabafos que todos temos no quotidiano. Advirto, no entanto, para o preço do voto na extrema-esquerda: o facto de não servirem para qualquer governo responsável e a circunstância de poderem vir a estabilizar bem acima dos 15% podem acarretar uma ingovernabilidade duradoura do sistema político português.

A segunda nota de mudança das campanhas é dada pelo corrupio de líderes partidários (seguindo-se os dois principais concorrentes à autarquia lisboeta) ao programa da SIC “Gato Fedorento esmiúça os sufrágios”, que teve a sua primeira edição na segunda-feira, entrevistando José Sócrates e liderando, desde logo, as audiências com mais de um milhão e trezentos mil espectadores.No dia seguinte, Manuela Ferreira Leite terá rondado os dois milhões de almas atentas!...

A meu ver, tal fenómeno – a ida de políticos de primeira linha a programas de entretenimento – serve para aferir da força dos media e da indústria de conteúdos, iniciando um percurso que já tem anos nos E.U.A. e que obriga a que, por lá, qualquer candidato ou figura pública que se preze seja obrigado a passar pelas mãos de Oprah Winfrey, Jay Leno ou Jon Stewart. Ao mesmo passo, representa também um recuo do poder político… Certo é que descontrai, mas não deixa de se tratar de "brincar com coisas sérias".

A última nota de mudança é, a meu ver, dada pelo modo de campanha de Manuela Ferreira Leite: apresentar um programa e um discurso sem promessas concretas e afirmar que apenas fará o que puder representa uma capitulação perante a vox populi na sua condenação dos políticos e o fim do dever de apresentação de um caminho a seguir, quando já há muito se deixara de falar do ponto de chegada (o ideal social). No entanto, pode ser que dê resultado…

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Como combater a abstenção III

Quando Manuel Alegre veio recentemente defender a possibilidade de candidaturas independentes às legislativas, confesso que foi esta a primeira imagem que se me assomou de um Governo eleito em tais condições. E vai daí, talvez nem fosse assim tão mau. Até porque eles em tempos já experimentaram pisar o campo político e, reconheça-se, é logicamente impossível ser-se mais fedorento que o actual Governo.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Pergunta do dia


Depois de o jornalista iraquiano ter alvejado Bush com um par de sapatos, será que vamos passar a ter que viajar para os EUA descalços?
É que já me chateia ter que tirar o cinto no aeroporto e viajar sem desodorizante... Ponderarei uma nova restrição, se alcatifarem Nova Iorque!...

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

É a pessão dos nevos...

Supondo eu que era em português que o estabelecimento do centro comercial dos lados da Luz queria escrever, mandava a coerência que além da explícita "bebida de peSSão", houvesse "massa de fango"...

terça-feira, 18 de novembro de 2008

A cumer é cagente sintende

É no Estoril o original fornecedor de repastos que nos proporciona a experiência única de provar uma "jardinHeira"!!!

Aguarda-se com expectativa a "feijonhada", o "cruzido à portulesa" e o "frando de surrasco"...

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Sacrilégio calórico

Já sabia que se abatem árvores para tudo e mais umas botas, mas juro que desconhecia que algumas servem para publicar a "Bíblia do Churrasco"...
Receio que possamos vir a testemunhar a chegada do "Kama Sutra das Sobremesas"...

Insulto ou depravação?

Esperei todo este tempo e não resolvi o dilema que era posto no WC do Multiusos de Guimarães, por altura do Congresso do PSD...
Anunciar a "Feira da Pequenada" quando os cavalheiros estão a verter líquidos?! Alusão à dimensão ou incentivo criminal?!...
Prefiro nem saber...