
terça-feira, 30 de outubro de 2007
domingo, 28 de outubro de 2007
Rasteiras (ideo)lógicas
Não devemos defender o Estado centralizado - não faz parte sequer do programa - mas fazer depender duma organização institucional o desenvolvimento do interior tem muito que se lhe diga.
Criar um novo mapa organizacional do território quando a tendência se pautou pela macrocefalia natural da capital... hmmm.
Caso para dizer: Olhe que não é bem assim, Sr Secretário... olhe que não é bem assim.
(é só de mim, ou a discussão da regionalização nos media trata de tudo menos da própria?)
Diz que é uma espécie de Evita
Cristina Kirchner foi primeira dama da argentina, tal como a carismática Eva Perón.
De Evita, Kirchner parece ter "herdado" o carisma e também a elegância, a coragem e a garra que marcaram o curto percurso político de uma das mais importantes figuras femininas da História Política.
Outra figura com que Cristina é frequentemente comparada é a candidata à Casa Branca em 2008, Hillary Clinton. Com idades semelhantes, partilham da mesma formação (Direito) e têm um percurso político idêntico (ambas foram senadoras e primeiras-damas).
Mas Kirchner está longe de se deixar iludir ou influenciar por esses 'rótulos', prometendo deixar indelevelmente o seu cunho pessoal na Presidência do seu país.
Esperar para ver.
Certo, é que o Mundo está a assistir a uma desejada revolução nos protagonistas políticos. As mulheres teimam (e bem) em comprovar que podem fazer história na política nacional e internacional.
Angela Merkel, Sególene Royale, Michelle Bachelet, Yulia Tymoshenko, Cristina Kirchner e quiçá Hillary Clinton.
Aí estão elas a mudar o Mundo.
Sem medos, nem quotas.
To Russia without love
Creio que estarei livre da acusação de ser um daqueles "ex-jotas" que, prescrita a vida na JSD, passa a renegar as origens. Servi a Juventude Social-Democrata com honra, passei por lá momentos de antologia e, ainda hoje, sempre que me pedem, continuo disponível para ajudar as suas diversas estruturas.JSD cancela iniciativa Sem Liberdade, não há Verdade
A JSD cancelou a iniciativa agendada para sexta-feira que previa a colocação de uma faixa em frente ao Convento de Mafra, onde decorrerá a Cimeira UE/Rússia, denunciando a violação da liberdade de imprensa na Rússia".
- A liberdade de imprensa é essencial e deve ser defendida. Andou bem a JSD, na ideia.
- A cimeira UE - Rússia era algo que tinha de correr bem para Portugal, independentemente de partidos e credos. Se fossem avante (salvo-seja) não sei se tinham feito boa figura (duvido).
- Putin tirou da cartola a proposta de um Instituto euro-russo para monitorizar os direitos humanos, pelo que a coisa teria ficado um pouco "no ar". Ou seja, nestas cimeiras convém não sair antes do filme acabar.
- Mediatismo é fundamental, mas não apenas pela espectaculaidade. Recomenda-se algo que caia no raio de acção da força política que organiza o protesto. JSD e Moscovo?! Não ganha direitos ou votos por cá e nem se ouve, lá.
- E por que não algo sobre a mesma liberdade em Angola, quando vier cá o Presidente reunir com a União Europeia? Continuo a discordar do ruído durante a Presidência portuguesa da UE, mas sempre podem influenciar mais e é uma realidade que dirá mais aos portugueses e aos seus partidos. Ou então analisar a situação na Venezuela que não é muito mais branda e onde vivem quase 500.000 portugueses...
- Depois, entendo que é preciso compreender a Rússia (como outros países que não obedecem à nossa bitola; China, Venezuela, etc...) à luz da sua história passada e presente, não caíndo na grosseira categorização norte-americana que, todavia, ainda se estriba no proselitismo wilsoniano (ou seja, na exportação dos valores americanos como uma missão da nação).
A respeito deste último ponto, convirá que se repitam duas ou três coisas que já passaram pelo "lodo": a Rússia nunca foi e, arrisco a dizer, jamais será uma democracia do tipo ocidental; creio até que passa, hoje, pelo seu estado mais democrático de sempre.
Nunca os czares, muito menos o regime comunista e, dado do delapidar do erário público, Ieltsin consagraram o que, por cá, chamamos de democracia.
Já Gorbachev abriu o regime. Todavia, ao tirar o partido do seu lugar de "trave-mestra" (para usar a expressão de Adriano Moreira) do sistema, fez desabar a vida russa a um ponto que, ainda nos dias que correm, muitos habitantes (muitos mesmo!) da ex-URSS sentem saudades do "nível de vida" que, apesar de tudo, tinham.
Vladimir Putin recupera o lado idiossincrático da alma russa, sendo o "pai" que olha pelos russos, defende o Estado, fora de fronteiras, e combate os "glutões", dentro de casa.
Como disse, à Rússia falta a cultura democrática, no sentido que lhe damos por cá, e sobram diferenças étnicas (dezenas) e potenciais focos de conflito intra-muros (idem), de que a Tchechénia é apenas a mais colorida ilustração.
Diria que a JSD e, já agora, os demais portugueses poderão esperar uma semi-democracia ocidentalmente "adocicada" e desejar que a Rússia se mantenha íntegra e virada para este lado do Globo (a "asiatização" russa é possibilidade recorrente), por razões de segurança e pela questão energética.
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Depois de Torres, defender a dama
Olhado o Congresso do PSD de há uns dias e ao invés da intriga barata que se tem feito, podemos concluir pelo domínio de Luís Filipe Menezes que pauta claramente a agenda, mesmo no que à indigitação de Santana Lopes para a liderança parlamentar diz respeito.Desde logo, conseguiu que o conclave decorresse sem história e sem discursos tribunícios. Mesmo onde podia vislumbrar-se novidade – falo de Passos Coelho – cedo foi percebido que o tempo era ainda de consagração de um líder que fizera a sua “longa marcha” e que estava popular e claramente legitimado.
Por seu turno, aos chamados barões, muitos dos quais sem algo a perder, competia materializar o horror de Drácula que veiculavam em relação à cruz de Menezes. E, nada…
Por fim, justiça feita ao sempre corajoso discurso de Alberto João Jardim, que voltou a balizar a acção dos eleitos, é de antologia – tenha ou não havido acordo de cavalheiros – passar-se um congresso sem que o “menino guerreiro” arrebate a audiência. Certo que ganhou em poder, mas aceitou moderar a tendência para brilhar em palco. A meu ver, maturidade de saudar e a seguir.
Se erros ou menores êxitos existem nas opções do dr. Menezes, eles podem, a meu ver, cifrar-se em dois: por um lado, creio que a expectativa em relação à comissão política era maior. Subentende-se a preocupação de gerir o xadrez interno (equilíbrios em face dos apoios) e de apaziguar fantasmas (personalidades que serviram em vários governos). Todavia, esperava-se mais arrojo nas figuras convidadas; mais gente nova na idade e no envolvimento com os mecanismos partidários formais. À parte de José Manuel Canavarro, fica um certo sentimento de déjà vu, por muito estimáveis e sabedoras que sejam as pessoas do novel politburo.
Por outro lado, sendo a aliança de risco, veremos até que ponto foi acertado o protagonismo autorizado ao dr. Santana, conferindo-lhe a liderança parlamentar.
Como social-democrata parece-me bem, prevendo elevada dose de combatividade por parte do grupo parlamentar.
Depois, percebo que não só não convinha a Menezes enfrentar uma guerra com os deputados escolhidos ao tempo da liderança de Santana Lopes (o que importa ao novo premier é afirmar externamente a sua marca), como, assim, aliando-se ao santanismo, encosta às cordas (como se viu nas mudanças de presidências nas comissões parlamentares) a ala mais cerebral (afecta a Durão Barroso) que, até ver, paga o preço de ter procurado, durante algum tempo, passar entre os pingos da chuva. O paralelo 38 (zona desmilitarizada entre as duas Coreias) é sempre um mau sítio para ver os comboios passar, digo eu…
Todavia, o protagonismo em Santana Lopes não é algo que se modere institucionalmente. Para o bem e para o mal (e tanto mal lhe fez no Governo…), o talento é inato e dispensa estudos estratégicos, pelo que a luz que lhe for dirigida não é “desligável” por interruptor, da São Caetano à Lapa.
E acresce que, bem pensada a coisa, Sócrates poderá optar por entronizar Santana enciumando, mesmo que não o próprio, os mais acríticos menezistas.
Ou seja, fiel ao seu estilo, que me agrada, Menezes arrisca, tendo já ganho parte substancial da aposta e mostrando que não é “rapaz” de assobiar para o ar, quando as coisas correm mal; tal percebe-se quando atribui o seu sucesso futuro aos resultados a obter nas várias eleições de 2009.
Veremos no próximo conselho nacional até que ponto é que a glasnost menezista se traduz numa real abertura a um debate aberto. Até lá, voto em São Tomé: é ver para crer.
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Não é Abril... mas não deixa de ser oportuno

Na realidade, a polícia política do Estado Novo tinha como principal propósito reprimir qualquer tipo de oposição que fosse feita ao regime de Salazar, esse Grande Português.
Ouvimos, desde novos, os nossos pais falar do clima de desconfiança e a repressão moral, política e social, sem no entanto, saber em que é que tudo isso se traduziu.
Com efeito, talvez não seja má ideia recomendar aos mais jovens a visualização d’O Julgamento” de Leonel Vieira. O filme tem passagens terríficas q.b., a denunciar uma PIDE sem escrúpulos (isso já sabíamos…) e sem limites.
Ou vá lá, algo mais soft, mas que logre o mesmíssimo objectivo: sugerir "Conta-me como foi", a excelente série da RTP que retrata o quotidiano português dos anos 60, numa sociedade obscura e fechada sobre si.
Ainda assim, nem mesmo hoje se pode gritar liberdade com toda a veemência que aquele conceito exige.
Casos recentes no nosso pequeno Portugal, como o do prof. Charrua, o de Dalila Rodrigues no Museu de Arte Antiga e outros que tais… comprovam que ainda subsistem resquícios de opressão à pluralidade de ideias.
E já há mesmo quem ouse comparar o governo de Sócrates ao governo de Oliveira Salazar, através do acróstico que por aí circula: “Salazar Outrora Caiu e Regressou Agora Transformado Em Socialista”.
Descomedido... ou nem por isso?
domingo, 21 de outubro de 2007
sábado, 20 de outubro de 2007
O SNS está doente
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Tratado de Lisboa? "Porreiro, pá!"
Conforme aqui já previra, a Presidência portuguesa da UE soma e segue. O Tratado de Lisboa é já uma realidade, anunciada na passada madrugada por José Sócrates (que finalizou o anúncio com um desairoso “Porreiro, pá!”) e, imagine-se, com direito a fogo de artificio e até champanhe Murganheira..!Festividades à parte, a verdade é que se soube dar a volta aos membros da UE mais ‘inconformados’ (leia-se: Itália e Polónia) e lograr com êxito este acordo histórico para a UE e, particularmente, para Portugal. O mérito, esse, cabe sobretudo a Durão Barroso, que graças à sua perseverança, optimismo e diplomacia, obteve com o auxílio da presidência portuguesa, o ansiado consenso.
Portugal fica, deste modo, na história da UE pelo contributo que deu em mais um capítulo da história da União.
As vantagens que decorrem deste Tratado passam, sobretudo - e a meu ver -, pela introdução da figura do Presidente do Conselho Europeu e o reforço da cooperação judicial a nível de matéria penal, particularmente em matérias como terrorismo, xenofobia, corrupção, tráfico, etc… Também de relevar a atribuição de personalidade jurídica única à UE e o carácter vinculativo da Carta dos Direitos Fundamentais.
Agora, aguarda-se a ratificação pelos 27, via Parlamento ou Referendo. Nalguns países esta última via é obrigatória. Em Portugal não é o caso... e parece que os líderes lusos também não estão muito "para aí virados", passo a expressão.
No entanto, fica a questão no ar: numa Europa livre, até que ponto rejeitar a via referendária não é subestimar a voz dos cidadãos?...
*foto LUSA
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Porque o "lodo" é um blog com sentido de humor...
"INDICAÇÕES: UTILIZAR COMO SABONETE NORMAL"
(Boa! Cabe a cada um imaginar para que serve um sabonete anormal)
Em alguns pacotes de refeições congeladas Iglo:
"SUGESTÃO DE APRESENTAÇÃO: DESCONGELAR PRIMEIRO"
(É só sugestão! De repente o pessoal pode querer lambê-la, como
se fosse um gelado...)
Num hotel que oferecia touca para o duche:
"VÁLIDO PARA UMA CABEÇA"
(Alguém muito romântico poderia colocar a sua e a da amada na mesma
touca...)
Na sobremesa Tiramisú, impresso no lado de baixo da caixa :
"NÃO INVERTER A EMBALAGEM" (Oops!!! Leu o aviso...é porque já
inverteu!)
No pudim do Mini Preço:
"ATENÇÃO: O PUDIM ESTARÁ QUENTE DEPOIS DE AQUECIDO"
(Brilhante!!!)
Na embalagem da tábua de passar Rowenta:
"NÃO ENGOMAR A ROUPA SOBRE O CORPO"
(Gostaria de conhecer a infeliz criatura que deu origem a este aviso)
Num medicamento (pediátrico) contra o catarro infantil, da Boots:
NÃO CONDUZA AUTOMÓVEIS NEM MANEJE MAQUINARIA PESADA DEPOIS DE TOMAR
ESTE MEDICAMENTO" (Tantos acidentes na construção civil poderiam ser
evitados se Fosse possível ter esses Hooligans de 4 anos longe dos
Catterpillars)
Nas pastilhas para dormir da Nytol:
"ADVERTÊNCIA: PODE PROVOCAR SONOLÊNCIA"
(Pode não, deve!!!! Foi para isso que eu comprei!!!)
Numa faca de cozinha :
”IMPORTANTE: MANTER LONGE DAS CRIANÇAS E ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO" (Será
que lá os cães e gatos são ninjas disfarçados? Nunca vi Nenhum mexer em
facas!)
Num conjunto de luzes de Natal:
"USAR APENAS NO INTERIOR OU NO EXTERIOR"
Alguém me pode dizer qual é a 3ª opção?)
Nos pacotes de amendoim da Matutano:
"AVISO: CONTÉM AMENDOINS"
(Mania de estragar as surpresas!)
Numa serra eléctrica da Husqvarna:
"NÃO TENTE PARAR A SERRA COM AS MÃOS OU COM OS GENITAIS"
(Sem comentários)
terça-feira, 16 de outubro de 2007
O Fado Social Democrata

Desde logo, a (in)disposição dos congressistas deixava antever um Congresso pouco entusiasmado e ainda menos aguerrido.
Bem sei que um Congresso não é uma festividade, pese embora os emotivos hinos e os costumeiros confettis.
Mas esta trigésima reunião magna foi particularmente cinzentona (confirmam aqueles que já passaram por outros congressos) e francamente desprovida de motivação.
Talvez isso se deva à introdução das eleições directas, que já não dão azo ao acicatar das hostes. Ainda assim, a expressividade das eleições de 28 de Setembro parece que se ficou pelas urnas. A energia laranja esmoreceu após a eleição de Menezes, é facto inegável. O porquê, não sei dizer.
Talvez pelo sentimento de objectivo atingido...? Se assim for, menos mal. Mas convém lembrar que a eleição de Menezes não é o fim de uma luta. É precisamente o princípio.
Está na hora de arregaçar as mangas, que a labuta não se resume só ao trabalho intelectual. Discursar, prometer, criticar, idealizar e outros verbos semelhantes de pouco valem se não levarmos a cabo as tarefas necessárias para mudar o nosso fado. Está em causa o destino do partido e o destino do país. Pelo que vai sendo hora de elevarmos, com garra e dignidade, a nossa voz.
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Profecias para Torres Vedras
Entendo, porém, que não será daqui que virão novidades de monta e digo-o por motivos variados, nos quais arrisco a minha nula propensão para vidente.
Em primeiro lugar, entendo que, como é de esperar, alguns integrantes da longa marcha menezistas tenham algumas contas a ajustar e queiram por isso “mostrar as penas”. Não falo tanto da armada do Norte que acompanha o novo líder há bastante tempo e para quem a vitória foi o culminar de um processo natural. É precisamente a Sul, por parte daqueles que vinham passando maus bocados com o consulado mendista, que pode haver algum excesso pós-revolucionário.
Todavia e por muita auto-confiança que possua, se eu fosse o dr. Luís Filipe Menezes não sei bem se acharia conveniente ter num plateau onde não estaria (Menezes não é deputado) um ex-Primeiro Ministro, Ex-Presidente de duas câmaras, ex-Secretário de Estado, etc, etc, etc…
É uma decisão interessante e difícil, cuja margem fica ainda por determinar; que é como quem diz que, podem ser as evidências do xadrez do grupo parlamentar a ditá-la.
Será curioso, também aqui, ver o que diz o próximo fim-de-semana laranja.
Em terceiro lugar, entendo que o Congresso poderá valer a pena para lermos os realinhamentos dos chamados “barões” e do grupo dito de barrosistas que, embora envergonhadamente, apoiou Marques Mendes.
Finalmente, facto a que Menezes e os seus são alheios, será divinal ver centenas de menezistas tipo “Royal” (ou seja, instantâneos) ou de pedidos encapotados de desculpa por não terem visto a “luz” mais cedo, uma vez que em 2009 há listas para todos os gostos…
terça-feira, 9 de outubro de 2007
In memoriam
Tive oportunidade de conviver algumas vezes com o dr. Fausto Correia, sobretudo em Lisboa (ironias do destino), antes e durante a minha experiência parlamentar. Conhecia-o já pela sua passagem pela Briosa, mas, a mais de uma ideia sobre o político de eficácia tremenda (o seu nome era falado para Coimbra, a cada eleição autárquica), ficou sempre a recordação do homem de fina sensibilidade social e de boa "bagagem" cultural. Um dos livros que citei no meu próprio livro e que antes usara na minha tese de mestrado foi indicado por ele, no final de uma noite de conversas cruzadas ("Notícias do Planalto: a Imprensa e Fernando Collor" de Mario Sergio Conti), fazendo uso da sua vida no mundo do jornalismo.
Estou chocado...

Inicialmente até pensei que tivesse sido mais um assalto (sou de Viana do Castelo e ainda tenho presente o "pânico" no centro da cidade durante o assalto ao Museu do Ouro – julgo que todos sabem do que estou a falar)...
Mas não, foram agentes da PSP que entraram supostamente (termo obrigatório) nas instalações de um sindicato de professores para "dar uma formação" de como se faz uma manifestação ao sr. Primeiro-ministro...
Ver noticia em:
Será isto a flexisegurança*???
“Estou pasmado!!!”






