terça-feira, 29 de junho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
sábado, 26 de junho de 2010
Olha se o telefone toca!
sexta-feira, 25 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Santos (pouco) populares
Via Rtpn constato que o fogo de artifício do São João no Porto foi acompanhado de umas escolhas musicais muito tradicionais e típicas desta festa popular. Do "Samba de janeiro" ao "Funiculì Funiculà", passando por gospel com "Oh happy day" e, claro - este ano não podia faltar -, o som de fundo das vuvuzelas. terça-feira, 22 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
Tapar o sol com a peneira
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Se vem ao Mundial, traga fé
Todavia, como é recomendável para todos os que desejam comunicar e não são ilegíveis o suficiente para ganhar o Nobel da literatura, comecemos pelo início: o jogo com a Costa do Marfim foi, de facto, mal jogado, faltando criatividade e inteligência para romper a teia bem urdida por Eriksson (sem curarmos sequer de adjectivar o consulado de Queiroz, sublinho). Para quem foi ao estádio, ainda por cima, houve a novidade que terá destruído o mito africano de muitos: um frio de rachar!
Vendo bem as coisas, Itália, França e Inglaterra também começaram aos solavancos e no nosso grupo tudo continua em aberto, com a familiaridade aconchegante para nossa idiossincrasia nacional de, mais uma vez, estarmos aflitos…
Entrando nos bastidores da epopeia, todavia, a história não é tão convencional, já que ao invés do que aconteceu com outras selecções nacionais (México e Grécia, ao que se diz, e África do Sul, com toda a certeza), a nossa esquadra decidiu não se misturar livremente com a comunidade portuguesa, limitando-se a uma aparição relâmpago num jantar, em que cada degustação ficou por um pouco mais de quinhentos euros por pessoa. Soubessem os dirigentes federativos (ilibo os jogadores que, com exemplo de cima, fariam diferentemente, estou certo) o quanto os portugueses emigrados se emocionam com qualquer “aroma” do seu Portugal (houve quem se comovesse com o simples contacto com um agente da PSP…) e corariam de repúdio pela sobranceria exibida. Mas nós, a espaços e quando temos lugares proeminentes, somos assim: pequenos, narcisistas e insensíveis…
Por fim, uma palavra para os que, mesmo menos alegres, ainda se desloquem para assistir aos embates com a Coreia do Norte (a democracia preferida do jovem-idoso comunista Bernardino Soares) e, sobretudo, com o Brasil: venham, porque a África do Sul está longe do retrato pintado em Portugal e na Europa, em geral.
Um país encantador, de gente simpática (quer os locais, quer a comunidade portuguesa, que o ajudará em tudo, mesmo que o não conheça de parte alguma) e com todas as comodidades e mais algumas (das estradas aos hotéis, dos centros comerciais às telecomunicações, e por aí fora…).
Quanto ao crime – o assunto mais debatido – se é certo que, por exemplo e principalmente, Joanesburgo tem áreas pouco recomendáveis, não é menos certo que não há nada nessas zonas que recomende a sua presença (excepto a Art Gallery que, mesmo assim pode visitar-se, embora com um arrepio na espinha) e que a polícia sul-africana está a fazer um trabalho meritório, patrulhando incessantemente todas as áreas (assim o façam depois do Mundial, digo eu). Acresce que Portugal, nesta fase, joga em cidades bem mais tranquilas.
Em suma, venha sem medo e, acima de tudo, com muita fé, pois é algo de que a nossa Selecção necessita…
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Orelhas moucas
O senhor Presidente bem aconselhou as gentes a fazer férias por cá, mas parece que os portugueses (os que ainda podem fazer férias!) fizeram ouvidos de mercador. Os inquéritos entretanto feitos mostram que um terço da população vai sair do país para veranear. E a própria imprensa dá uma ajuda, já que não se coíbe de anunciar as melhores praias da vizinha Espanha. Como se por cá não houvesse areal e Atlântico que chegue para todos.quarta-feira, 16 de junho de 2010
Já dizia o [visionário] Eça, em 1871...
O trigo e o joio

Perante a actual conjuntura da economia mundial a tenda do “alarmismo” está montada e sucedem a um ritmo alucinante cenários apocalípticos descritos por alguns economistas. E aí há aquela máxima da sabedoria popular que diz que temos de “separar o trigo do joio”.
É que os indicadores macroeconómicos estão para os economistas como um texto está para dois advogados, sobre os mesmos dados dizem coisas completamente diferentes, cada um emite o seu parecer (sem desprimor para nenhuma das áreas do saber, até porque passei parte significativa da minha vida numa Faculdade de Economia).
Isto vem a propósito de há alguns dias, na Fnac/Coimbra, ter folheado o livro de um economista espanhol, Santiago Becerra que aborda a crise de 2010. Aparte o sensacionalismo da escrita, diz este autor que a crise é sistémica e que 2010 será o fim do capitalismo tal como a "crise de 1820" terá sido o fim do "mercantilismo", identificando um conjunto de “sistemas” que tiveram um ciclo de vida de aproximadamente 250 anos/cada.
Escreve ainda que os reais impactos da crise só se sentirão a partir de 2010 e que serão profundos e duradouros, atingindo principalmente a classe média (e aqui estamos "nós" outra vez tramados, como sempre!).
Ora, não dando razão nem colocando em causa o parecer deste professor catedrático (até porque nem tenho preparação para tal!) há um conjunto de dados concretos sobre esta crise e para esses não há “Sócrates” que os consiga desmentir.
Vemos países com défices excessivos, o desemprego a galopar, crescimentos económicos pouco significativos ou mesmo negativos, períodos conturbados nos mercados financeiros, enfim, o far west onde se substitui os duelos de pistola por duelos argumentativos que colocam em causa ou o sistema económico pelo qual nos regemos (Karl Marx deve estar a dar voltas no túmulo!), ou a maior/menor incompetência dos nossos políticos. Penso que devemos abrir ambos os flancos do debate.
Pelo nosso sistema económico:
O Capitalismo é mau? – Sim.
Promove injustiças? – Sim.
Há melhor? – Pois, se há que mo digam. Se continuar a defender a propriedade privada dos meios de produção, a existência de mercados livres e a liberdade de iniciativa dos seus cidadãos, é de estudar.
Pelas nossas lideranças:
Será que estão preparadas e têm o carisma e a inspiração necessárias para os desafios de hoje? – Tenho dúvidas.
Têm a sabedoria e a visão para criar, executar e tomar as decisões necessárias? – Não o têm demonstrado.
Temos líderes carismáticos, inspiradores? – Se olharmos para a Europa, Não! Não se encontra uma liderança política de peso e ninguém que se tenha destacado nos últimos tempos. E a razão parece-me simples, todos são líderes nacionais e não europeus. Antes de olharem para a Europa como um “todo” olham primeiro para a sua “quinta”.
Por norma às crises estão sempre associados períodos de mudança. Esperemos que, como dizem os estrategas, por detrás de uma ameaça esteja uma oportunidade latente. Só temos é de nos posicionar por lá! Seja revendo a nossa organização económica – social e/ou melhorando os nossos líderes. Eu começava pela segunda.
terça-feira, 15 de junho de 2010
«Era importante não perder»

* Na foto acima temos, a meu ver, o homem do jogo;
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Provas da "sua" verdade
Creio que numa iniciativa inédita em Portugal, Carlos Cruz lançou um site pessoal onde disponibiliza o processo Casa Pia e responde a perguntas dos portugueses. O objectivo é que as pessoas possam consultar os elementos documentais e que afiram a inocência do apresentador.
Pessoalmente sempre lhe dei o benefício da dúvida. Nunca o "condenei" mas também nunca o "absolvi". Infelizmente para o próprio, independentemente daquela que venha a ser a decisão do tribunal, creio que a dúvida se manterá para esmagadora maioria da opinião pública.
Apesar de não colocar as mãos no fogo, o meu feeling (agora com a música dos BEP, os feelings estão na moda!) sempre recaiu mais para a sua inocência. Talvez porque sempre duvidei da veracidade dos testemunhos de "miúdos" que apesar de abusados, a ingenuidade e inocência há muito que foi perdida. E segundo consta, as únicas provas que têm contra Carlos Cruz são testemunhais.
Por outro lado, acreditar numa conspiração desta magnitude tendo como alvo um apresentador de televisão sempre me pareceu demasiada ficção.














