a) Carlos Queiroz: ao culpar (novamente) Laurentino Dias pelo seu despedimento, Queiroz responsabilizou-o pela situação difícil em que se encontrava (está melhor, por estes dias) a Selecção. Disse mesmo que com ele no banco frente ao Chipre e à Noruega "nada disto aconteceria" (cito de cor). Haverá declaração mais assassina e ingrata para o companheiro e colaborador de há anos, Agostinho Oliveira? Isto só prova que, podendo ser bom teórico, Carlos Queiroz tem muito a aprender sobre a natureza humana.
b) Paulo Bento: dias mais tarde, o actual seleccionador deu uma prova de humildade notável. Confrontado com a sondagem a José Mourinho, antes da sua contratação, Bento disse que estava orgulhoso pelo facto de a Federação ter ponderado apenas duas hipóteses: " o melhor treinador do mundo e o Paulo Bento". Ao contrário do que previ, pode ser que tenha pé para a dança!...
