Fonte: edição de hoje da revista Sábado
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
Uma queda valente
Aí chegado, não hesite: o Victoria Falls Hotel, construído em 1905 no melhor estilo eduardiano, é o seu destino. Serviço clássico, salões majestosos ornamentados com troféus de caça, bem ao estilo colonial, um High Tea que continua a mostrar as melhorias cerimoniais que os britânicos introduziram no costume de beber chá exportado pela nossa D. Catarina de Bragança (uma delícia e um banquete, asseguro-vos) e uma ocasião de jantar ao som de piano e com talhares de prata no L.ivingstone Room. Enfim, vive-se história, como viveram Agatha Christie e Peter Sellers por lá.
Para os que, por esta altura, já estão a chamar-me burguês ou abastado, aconselho prudência, pois a festa sai bem mais barata que um fim-de-semana no Algarve (à excepção dos parques de campismo e similares, bem entendido).
A fazer: a mais de gozar luxuriantes vistas das cataratas e da centenária ponte que liga os dois países, a partir dos terraços de pequeno-almoço e do chá das cinco, as actividades são mais que muitas e vão das mais radicais(bungee jumping – salto da ponte com elástico amarrado aos pés – e rafting – canoagem a alta velocidade) às que lembram mais o National Geographic.
O vosso cronista foi pelas últimas e pode sugerir um passeio de helicóptero sobre as Falls,
...uma caminhada com leões (assim mesmo, à solta)
...e um safari às costas de um elefante.
Um dia em Livingstone (Zâmbia) também não é mal passado, sobretudo se gostar de arquitectura do início do século XX, visto tratar-se uma “cidade” que, entre 1907 e 1935, foi capital da North-Western Rhodesia (Rodésia do Norte). O museu com haveres do explorador também vale a visita.A segurança é garantida, o artesanato acessível e a comida boa. Atreva-se!
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
sábado, 20 de dezembro de 2008
E um murro nos cornos, não?!
Já não tenho palavras para transmitir o nojo que este ditador me causa.
Isso e a epidemia de cólera que já matou mais de 1000 pessoas...
Isso e as notas de cem mil milhões de dólares locais (cerca de 14€ !!!) que foram emitidas uma semana depois de outras que valiam apenas quinhentos milhões...
Tanta gente que morre e que faz falta, diria o meu amigo Vasques...

