domingo, 25 de maio de 2008

Felicidade pura

O Teatro São Luiz teve, a meu ver, uma ideia genial ao, gizando o mote "Vinte Canções de Amor e um Poema Desesperado", convocar, por dois dias cada um, Maria João (que aprecio), Rui Reininho (que venero) e Pedro Abrunhosa (cujo trabalho me não seduz, embora o respeite).
Como está bem de ver, Rui Reininho foi a minha escolha (e o bilhete um dos mais gostosos presentes de aniversário recebidos)!...

E aí esteve ele, versátil, mimético, culto, dialogante e ensimesmado, claustrofóbico e agorofóbico, grave e agudo, pop e chanson, magnífico e soberbo!...

Música?! De todo o tipo. Destaco as viagens por David Bowie (Space Oddity), Lou Reed (Perfect Day), Japan (Nightporter), Rolling Stones (Sympathy For The Devil), entre tantos outros nomes que polvilharam adolescências e "adultices", ao longo dos tempos.
Porém, só o Rei Ninho se atreveria a evocar Doce (Bem Bom) e 10cc (I'm not in love)...

Os Tony's deste Portugal podem vender mais, mas ninguém oferece mais e/ou melhor arte!

5 comentários:

  1. Gonçalo,
    merecias bem o estatuto de fã n.º1!! A forma como te referes e descreves o teu Rei Ninho roça de facto a veneração..! ;)

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  2. Nada como Jáfumega e o Dinís dos Botões;))

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  3. Ó Ricardo: abandonaste a medicação? Aqui não se blasfema!!!

    Dulce: e do espectáculo, não gostaste?! (toma!)

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  4. Se gostei..! ;)
    Mas não valia a pena acrescentar nem mais uma vírgula à tua descrição, fiel que está àquela noite mágica no S.Luiz.
    Pensando melhor, talvez falte uma referência ao Armando Teixeira (não o médio do SLB...)e demais membros da Companhia das Índias... Há que reconhecer que sem eles o teu Rei Ninho não brilharia tanto...

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  5. Armando Teixeira = Petit, para os leigos...

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