Assim, em vez de assistirmos à prática demagógica que o executivo tão bem sabe contrariar e desacreditar em assembleia, talvez o possamos confrontar com alternativas profícuas, que passam pela elaboração de propostas de lei dentro das comissões parlamentares ou até mesmo de documentos estratégicos partidários, já a pensar em 2009.
Isto claro está, enquanto os senhores agentes não tiverem a caneta azul.
O primeiro parágrafo é brilhante na análise ;)
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