
A República Popular da China está na moda.
A mais da persistêncai da sua imensa população, a ideia "um país, dois sistemas" fez com que a nomenklatura chinesa, além de evitar o risco de desabamento à maneira da URSS, deslocasse o país para o "eixo do bem" ou, pelo menos, escapasse ao risco de andar fora dos eixos.
Assim, com a industrialização em curso e a abertura dos mercados, esperam-se novidades nefastas para as economias ocidentais.
A questão é que o sistema de relações internacionais obriga a esquecer questões que têm a ver com direitos humanos (o mesmo se passa em relação a quase todos os países fora da União Europeia, EUA incluídos).
Daí que valesse a pena que tivésse mais destaque um "quadradinho" que li na imprensa, que dizia que o motor de busca "Google" foi bloqueado pelas autoridades de Pequim, que apenas desejam ver os chineses a aceder ao "Google.cn", versão sujeita a escrutínio oficial (vulgo, censura).
Para além do óbvio, o que fica patente é a falta de apetite dos nossos jornalistas (parte deles, pelo menos) para explicar e analisar factos, limitando-se a "papaguear" as súmulas das agência notícias.
Digamos que entre os muitos problemas ,de que os chineses tem a duvidosa honra de disfrutar,o motor de busca google não será dos mais importantes.
ResponderEliminarEmbora tenha importãncia !
Sendo certo que a solução também não passará pelo novo motor ontem apresentado,o "ancoona" (curioso nome diria o nosso amigo Mota Amaral...) dado que primeiro que ele apreenda a entender chinês...
Agora no que tens absoluta razão é no tratamento dado pela imprensa ao assunto.
Se fosse um espirro do Cristiano Ronaldo,ou uma gripe da Merche Romero (curiosa associação) tudo seria bem diferente.
Abençoada Merche...
ResponderEliminarO problema do Google tem a ver com o facto de que agora rimo-nos para os chineses, mas a chibata interna é a mesma...